Blog Quero me Formar — Organização & Finanças: Como Fazer um Planejamento Financeiro Pessoal em 4 Passos Simples

25 de abril de 2020

Como Fazer um Planejamento Financeiro Pessoal em 4 Passos Simples

Todo mundo sabe o que quer da vida: quais são os seus sonhos, o que quer possuir, quanto de dinheiro quer ganhar e etc. mas, infelizmente, poucas pessoas estão executando todos esses planos. Aprenda em apenas 6 passos simples como fazer o seu planejamento financeiro e conquistar os seus objetivos!

Imagem Mockup Maquete de Casa sobre um planta com um porquinho atrás


Planejar é essencial para conseguir tudo o que queremos, estejam esses planos envolvendo dinheiro ou não.

Mesmo que cotidianamente somos pegos de surpresa por imprevistos (que podem ser bons ou ruins), o planejamento não perde a sua utilidade e continua sendo vantajoso: ele ajuda você a tomar decisões melhores, estar preparada para mudanças e imprevistos, além de proporcionar maior clareza quanto aos seus objetivos e metas.

Apesar de que a grande maioria das pessoas acreditam que apenas ganhar mais resolverão os seus problemas financeiros, existe uma grande possibilidade de que a causa de seus problemas seja a falta de planejamento e, portanto, ganhar mais não solucionaria isso.

Você já reparou que muitas pessoas que ganham muito dinheiro de repente (como ganhadores da loteria e de reality shows, por exemplo), acabam gastando todo o dinheiro e ficando sem nenhum patrimônio?

Isso acontece pela falta de educação financeira e de planejamento, duas grandes falhas da cultura e do sistema educacional brasileiro, pois muito dinheiro nas mãos de pessoas que não estão preparadas para gerenciá-lo não farão suas vidas mudarem, logo, rapidamente, elas voltarão ao ponto de partida.

Apesar de que citaremos aqui um passo a posso de 6 etapas para fazer o seu planejamento financeiro, o essencial aqui é compreender a essência do planejamento e do controle financeiro na sua vida, de modo que você se torne cada vez mais capaz de conquistar os seus objetivos financeiros, adquirir os seus bens e equilibrar a sua vida sem se endividar.

O conteúdo desse post é meramente educativo e tem por objetivo orientar você quanto a importância de tornar a sua vida financeira mais saudável.

Como Fazer um Planejamento Financeiro Pessoal em 6 Passos


O que é o planejamento financeiro?

Um planejamento financeiro pessoal é um conjunto de informações que reúne estratégias para se chegar um resultado desejado, por meio de ferramentas de controle e tomada de decisão, baseada nas suas características pessoais e estilo de vida.

A função do planejamento financeiro é ajudar você a atingir suas metas e, se necessário, ajustar a sua vida financeira. Ele pode conter metas como: quitar dívidas, comprar um carro, uma casa, atingir independência financeira.

Além disso, uma das principais vantagens do planejamento financeiro é organizar a sua vida financeira e equilibrá-la, visto que você estará se preparando para imprevistos, projetando gastos e se programando para realizar os seus planos. Dessa forma, você toma decisões melhores com relação ao seu dinheiro e melhora a sua qualidade de vida.

Apesar de estarmos tratando aqui o planejamento financeiro como pessoal, ele deve ser elaborado também para as famílias, para que todos estejam alinhados com as metas e se apoiem em busca do objetivo. Logo, inclua Insira toda a família no planejamento financeiro, mesmo as crianças.

Ressalta-se, também, que o planejamento financeiro pessoal é feito para ser seguido e, por isso, requer disciplina. Se você não está disposta a se comprometer com o seu planejamento, nem gaste seu tempo e energia fazendo um, pois isso lhe causará apenas frustração e nenhum benefício.

Pensamentos conduzem a sentimentos. Sentimentos conduzem a ações. Ações conduzem a resultados. — T. Harv Eker, Os Segredos da Mente Milionária

Guarde a frase acima com você sempre! Apenas querer algo  não fará com que você consiga conquistar. Você precisará agir. 

O planejamento financeiro é composto por 4 etapas:
 1º diagnóstico da situação atual;
 2º definir o propósito de transformá-lo em metas;
  traçar estratégias;
  revisão e atualização.

Recomendo que você vá escrevendo os seus insights em cada etapa, fazendo um esboço do seu planejamento financeiro e depois organize as ideias em uma planilha, notas no celular ou onde preferir.


Como fazer um planejamento financeiro pessoal?


O seu planejamento financeiro, pessoal ou familiar, deve ser extremamente equilibrado e realista.

Não adianta, por exemplo, limitar os gastos com alimentação à R$100,00 mensais se você nunca consegue comprar tudo o que precisa com essa quantia.

Outro exemplo que também não é interessante é você planejar ficar 2 meses sem se confraternizar com os seus amigos e família quando isso é muito importante para você. Sé é algo que você gosta e que significa muito para você, restringir isso isso rigorosamente te causará frustração pessoal ou, ainda, você não conseguirá respeitar a sua própria restrição e, adivinhe? Também vai ficar frustrada com isso!

Logo, as suas estratégias para atingir os objetivos que você definiu devem ser claras e compatíveis com a sua realidade.

Na maioria dos casos é necessário, sim, sacrificar alguns confortos e adaptar o seu estilo de vida, mas isso não pode ser feito de maneira rigorosa pois você não conseguirá seguir um planejamento dessa forma por muito tempo.

Dessa forma, priorize começar com o que é possível para você, pois você pode [e deve] atualizar o seu planejamento financeiro depois. O importante é começar e se comprometer com o seu planejamento.

No caso dos dois exemplos citados acima, o ideal seria, na primeira alternativa, analisar os gastos com alimentação e identificar possíveis reduções e corte de gastos para depois estipular um limite; enquanto as confraternizações poderiam ser limitadas a uma vez por mês com os amigos e uma com os familiares, sendo que apenas em uma delas você comeria fora, por exemplo.

Não seja flexível demais e nem rígida demais no seu planejamento. Ambos excessos te afastarão de atingir as suas metas com satisfação e equilíbrio.


 1º Identificar a sua situação financeira

Agora que você já sabe que precisa ser realista na hora de elaborar o seu planejamento financeiro, conheça a sua situação financeira no momento.

Comece reunindo todas as informações possíveis sobre a sua situação financeira e patrimonial no momento. Identifique, por exemplo:
  • qual a sua renda mensal (exata ou em média);
  • quais bens você tem que já estão quitados;
  • bens que estão financiados;
  • dívidas de consumo, como compras parceladas no cartão, crediário, etc.;
  • dívidas com instituições financeiras, como cheque especial, empréstimos e faturas atrasadas no cartão de crédito.

Caso você não tenha essa documentação em mãos, tente simplificar a obtenção das informações: hoje em dia é possível obter praticamente tudo pela internet. Utilize o internet banking do seu banco para encontrar informativos sobre as suas dívidas, consulte o extrato do seu cartão de crédito e etc.

Analise também os seus extratos bancários e identifique os seus gastos com tarifas bancárias, juros e outros gastos semelhantes.

Mão feminina segurando as contas e faturas, apoiadas no chão, junto a uma calculadora com visor zerado
Como Fazer um Planejamento Financeiro Pessoal — 1º Diagnóstico da situação atual



↝ Planeje o pagamento das dívidas

Para cada situação financeira a prioridade pode ser diferente, portanto, vamos falar de uma maneira geral sobre como você pode lidar com as dívidas.

A princípio, você deve se atentar a alguns pontos importantes.

A dívida mais cara não é a que tem o maior valor, mas sim a que te cobra a maior taxa de juros.

O juros é o responsável pelo efeito de multiplicação de um capital (nesse caso, de uma dívida). Dessa forma, uma dívida acompanhada de altas taxas de juros pode se multiplicar rapidamente e ainda mais rápido se ocorrer atrasos no pagamento, se tornando, assim, uma bola de neve.

As dívidas financeiras (junto aos bancos e as faturas do cartão de crédito em atraso) normalmente são as mais onerosas do mercado, especialmente no Brasil.

A taxa de juros cobrada na utilização do cheque do cheque especial e os juros rotativos do cartão de crédito, especialmente, são exorbitantes. Por isso, caso você tenha dívidas dessa origem, talvez o mais interessante seja priorizar a quitação dessas dívidas, pois elas podem se multiplicar rapidamente (dada a ação das altas taxas de juros) e se tornar a bola de neve que explicamos acima.

Entenda mais sobre a taxa de juros clicando aqui.

No caso dos empréstimos e financiamentos, é sempre bom tentar renegociar a dívida, especialmente no cenário atual (abril/2020) em que as taxas de juros estão nos patamares mínimos históricos, dessa forma, é provável que você consiga melhores condições de pagamento.

Há também a possibilidade de levar a sua dívida para outro banco, a chamada portabilidade de crédito. Nesse caso, não deixe de observar:
  • se a taxa de juros oferecida é realmente mais vantajosa do que o que você já paga;
  • o que é cobrado pelo banco por esse serviço (encargos, taxas, seguros) e tributos.

Não basta observar apenas se as taxas de juros serão menores! Os custos para fazer a portabilidade também devem ser razoáveis, dessa forma, você deve comparar a taxa efetiva entre nos bancos.

O governo zerou a alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nas operações de crédito para os próximos 90 dias (a partir de 01/04/2020).

Especialmente durante a pandemia, os bancos estão oferecendo uma carência que pode variar de 60 a 90 dias e, caso você esteja em uma condição mais confortável durante a crise, essa carência pode ajudar você a “dar uma respirada” dessa dívida e começar uma reserva de emergência ou quitar dívidas mais onerosas, como citei acima.


Já as dívidas de consumo, como compras em crediário e compras parceladas no cartão de crédito (pago em dia), caso não estejam comprometendo grande parte da sua renda mensalmente, não serão tão preocupantes.

O ideal é não se endividar mais e não gastar mais do que você ganha.


O que fazer se você estiver com poucas dívidas?
se elas são dívidas “do bem”, que não comprometem grande parte da sua renda, estão pagas em dia e não têm uma taxa de juros alta, não faça nada;

se elas têm uma taxa de juros alta ou estão em atraso, tente renegociá-las, juntar um dinheiro ou ganhar mais para quitar o mais rápido possível.


O que fazer se você estiver com muitas dívidas?

1. Renegocie o máximo que você puder.
Vá pessoalmente ao beneficiário da sua dívida, comece casualmente, sendo gentil e introduza a sua intenção. Consiga o máximo de vantagens que puder: taxa de juros menores e/ou mais prazo para pagar. É possível também consultar opções de renegociação de dívida online através do Serasa Limpa Nome. Clique aqui e consulte.

2. Priorize o pagamento das dívidas mais onerosas e, se necessário, pegue dinheiro emprestado com uma pessoa de confiança (a opção de quitar um empréstimo com outro só deve ser feita em casos realmente vantajosos).

3. Não faça novas dívidas.

4. Faça renda extra para conseguir manter as contas em dia e não se endividar mais e, se possível, quitar as dívidas mais rápido.

5. Se possível, utilize "remunerações extraordinárias" para quitar as dívidas, como décimo terceiro, distribuição de lucros, terço de férias e outras.


2º Comece um controle financeiro

Utilize ferramentas de controle financeiro para acompanhar as suas finanças: quanto você ganha, para onde está indo o seu dinheiro, como pode economizar mais e etc.

Existem diversos gerenciadores financeiros disponíveis gratuitamente, como planilhas de Excel, folhas de controle financeiro, aplicativos e softwares. Veja algumas:

Os principais aplicativos de finanças pessoais no Brasil são:
  • GuiaBolso
  • Organizze
  • Minhas Economias (aprenda a usar clicando aqui)
  • Mobills
  • Meu Dinheiro

DOWNLOAD GRATUITO: Folha de Controle Financeiro para Imprimir


Ferramentas de controle financeiro gratuitos de outros blogs para fazer download (autoria de outros blogs e sites):

É importante saber quanto dinheiro está entrando e para onde o seu dinheiro está indo e continuar monitorando todos os seus gastos para identificar possíveis falhas ou evoluções ao seguir o seu planejamento financeiro.

É controlando os seus gastos também que você fica mais “esperta” com relação ao seu dinheiro, pois é comum recebermos cobranças indevidas no extrato bancário, cartão de crédito e no dia a dia que, na maioria das vezes, nem mesmo percebemos.

Principalmente os bancos costumam fazer cobranças que não condizem com as transações bancárias feitas por você, por isso, esteja sempre acompanhando para onde vai o seu dinheiro!


DICA BÔNUS: Como ter uma conta corrente gratuita no seu banco (tradicional)?
Existe uma resolução do Banco Central (a 3.919/2010) que regulamenta o pacote de serviços essenciais, que é a cesta de serviços básica que deve ser oferecido por todos os bancos de forma GRATUITA. Esse pacote de serviços contempla:

  • 04 saques por mês
  • 02 transferências entre contas da mesma instituição
  • 02 extratos mensais no caixa eletrônico
  • 01 talão de cheque com 10 folhas 
  • cartão de débito
  • pagamento de contas e boletos bancários sem custo pela internet ou caixas eletrônicos.

É necessário ficar de olho em tudo o que está entrando e saindo do bolso sempre, não só para identificar gastos que podem ser cortados ou eliminados, mas também para identificar a sua evolução.

No dia a dia às vezes surgem tantos gastos e imprevistos que causam a sensação de estar gastando dinheiro mais dinheiro do que o orçamento permite e, ao olhar o controle de gastos, percebe que está tudo sob controle e o quanto fez o dinheiro render. Essa é uma sensação gratificante e que provoca ainda mais motivação para seguir o planejamento.

Adicionalmente, apesar de parecer contrário ao propósito do planejamento financeiro, você também pode [e deve, se for possível] lhe conceder algum conforto de vez em quando, como uma forma de te recompensar por mudar os seus hábitos e também para "viver a vida", pois realmente é fato que "não sabemos se estaremos vivos no longo prazo".

Quando se está apertada financeiramente, talvez esse conforto precise ser um pouco menor durante um tempo, por isso, o que conforta nesses momentos é ver os "milagres" que conseguiu fazer com o seu dinheiro.

Isso aumenta a motivação e diminui a sensação de estar se sacrificando/passando apertos atoa.

Alguns confortos que podem te proporcionar pequenas alegrias sem gastar muito são: comer algo diferente, visitar cidades vizinhas, comer fora, comprar algo que esteja em sua lista de desejos e etc.

+ Saiba mais sobre como controlar a sua vida financeira clicando aqui.


Cadernos em um fundo branco com uma caneta em cima escrito "Gril Boss"
Como Fazer um Planejamento Financeiro Pessoal — 2º Controle financeiro



3º Defina as suas metas e ajuste seus hábitos

Se você preferir, esse pode ser o primeiro passo após a identificar a sua situação financeira mas, visto que o planejamento financeiro deve ser o mais realista possível, torna-se ideal conhecer a sua situação financeira e patrimonial (tópico 1) e saber quanto você ganha e gasta, antes de definir onde quer chegar.

Isso porque, se você não conhece os seus hábitos de consumo e a forma como gasta o seu dinheiro, é provável que você não consiga mensurar adequadamente as suas estratégias, como quanto da sua renda guardar todo mês, por exemplo.

Dessa forma, é imprescindível saber onde você quer chegar e qual o propósito de você assumir o controle da sua vida financeira. É para isso que usamos o planejamento financeiro.

Comece visualiza os benefícios que esse planejamento pode te proporcionar se você conseguir segui-lo.

Suas metas devem ser específicas e realistas. Seja o mais detalhista possível, especificando:
  • o que: seus objetivos de curto, médio e longo prazos;
  • como: quais as etapas para atingir cada um dos seus objetivos;
  • quando: quando você iniciará e quando pretende atingir cada etapa para cada objetivo, ou seja, o prazo.
Apesar de não existir uma definição exata, normalmente convenciona-se:
• curto prazo =  até 1 ano
• médio prazo = entre 1 ano e 5 anos
• longo prazo = mais do que 15 anos

Apesar disso, não se apegue aos números e, se tiver dificuldades em mentalizar metas de longo prazo, pense da seguinte forma: qual é a sua meta mais imediata? Se você a atingisse, o que gostaria de fazer depois? E se você atingisse mais essa meta, o que você gostaria de atingir depois? Assim talvez fique mais fácil de vislumbrar o que quer num horizonte de tempo mais distante.


Identifique também quais ferramentas serão necessárias para isso, caso falte alguma coisa que possa te impedir de executar o seu planejamento.

Outro ponto importante é definir metas mensuráveis, de forma que você consiga identificar quando a meta foi batida.

Por exemplo: objetivo: quitar todas as dívidas, totalizando R$5.000 | como: economizando R$ 500,00 mensal | quando: em 13 meses (por segurança - margem de erro). Etapas: eliminar gastos desnecessários; seguir o orçamento; acompanhar os gastos; fazer R$ 100,00 de renda extra mensal.

Mesmo que você ganhe um bom salário ou não esteja endividada, é imprescindível adotar hábitos menos consumistas e aprender a guardar dinheiro.

Se você apenas recebe o seu dinheiro, gasta-o completamente [em consumo de bens e serviços] e fica esperando o salário do próximo mês, onde espera chegar? Ficará apenas aguardando o momento em que receberá um aumento ou que os clientes resolvam gastar mais no seu negócio?

O problema nunca é quanto você ganha, mas sim quanto você gasta.

Se alguém que ganha R$1.000,00 gasta todo o dinheiro, por que seria diferente se ganhasse R$1.500,00?

São seus hábitos de consumo que determinarão quanto do dinheiro sobrará no fim do mês e, ao menos no início da sua trajetória, é necessário começar a economizar e guardar dinheiro sim.

Inclusive, é provável que que você se sacrifique muito para economizar pois, na grande maioria das vezes, é uma questão de “viver um degrau abaixo” (ou, ao menos, não viver um degrau acima do que a sua condição financeira realmente permite).

Muitos dos excessos que cometemos é por capricho ou status e todo mundo consegue viver bem e feliz abrindo mão disso.

Eu sempre guardei dinheiro desde o meu primeiro salário e nunca deixei de viver bem por isso, ao contrário: como eu sempre guardava dinheiro, nunca me endividei, sempre comprei tudo à vista; confraternizava com meus amigos e família, fazia viagens e mantinha o equilíbrio entre minhas finanças e minha satisfação pessoal.


↝ Aprenda a investir

Já falei algumas vezes por aqui como é importante aprender fazer o dinheiro trabalhar para você e multiplicar o seu patrimônio mais rápido.

Essa ideia é semelhante ao conceito de renda passiva, que é a renda recebida independente do seu esforço contínuo.

Os investimentos são um tipo de renda passiva, pois necessitam de um esforço inicial para buscar conhecimento e começar a aplicar, contudo, esforços adicionais não são necessários para fazer esse capital lhe pagar.

É possível aprender a investir com segurança custo zero, permitindo que você comece com pouco e encurte o caminho entre a condição atual e seus objetivos.

Em suma, os investimentos tem diferentes níveis de risco, liquidez (prazo com que se pode resgatar a aplicação sem prejuízo do valor investido) e rentabilidade, dessa forma, você deve escolher os investimentos com características (rentabilidade, liquidez e risco) que sejam compatíveis com o seu perfil de investidor e com os prazos que você estabeleceu para as suas metas.


4º Revise o seu planejamento financeiro periodicamente


As prioridades mudam, assim como o contexto e a condição financeira também podem mudar. Dessa forma, o seu planejamento não precisa ser rígido e jamais deve ser deixado de lado depois que o fizer.

Esteja sempre revisando e atualizando o seu planejamento financeiro de forma alinhada com as suas metas e sua realidade.

Isso porque diversas coisas podem mudar, tanto positivamente [como um aumento na renda, uma meta que já está atingida, uma dívida quitada] quanto negativamente [redução na renda, crise, doença e etc.], assim, esteja sempre adapte o seu planejamento à sua nova realidade.


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CONSIDERAÇÕES FINAIS

O planejamento financeiro pessoal é o seu grande aliado para atingir os seus objetivos financeiros.

Ele tem como principal finalidade planificar o seu caminho até o seu objetivo, incluindo suas metas e as estratégias necessárias para que você o conquiste.

O planejamento financeiro é composto por essas 4 etapas principais que foram detalhadas ao longo do post:
  • diagnóstico da situação atual
  • definir o propósito de transformá-lo em metas
  • traçar estratégias
  • revisão e atualização.

É importante definir onde você quer chegar para compreender os caminhos que te levarão a isso, pois enquanto você apenas idealiza o que você quer, acaba não pensando em como irá chegar lá e, por isso, fica sem fazer nada e adiando as suas conquistas por parecerem muito distantes ou difíceis de atingir.

Dessa forma, o planejamento financeiro pessoal te conduzirá aos seus objetivos de forma equilibrada, com qualidade de vida e satisfação, tomando decisões melhores e construindo o seu futuro sem deixar de viver o hoje.

Espero que essas dicas tenham ajudado você! Não se esqueça da folha de controle financeiro para download que disponibilizei cima. É só clicar no link e baixar!


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