Blog Quero me Formar — Organização & Finanças: O Guia Completo de Como Controlar a Sua Vida Financeira para Atingir Seus Objetivos + BÔNUS

11 de abril de 2020

O Guia Completo de Como Controlar a Sua Vida Financeira para Atingir Seus Objetivos + BÔNUS

Para atingir os seus objetivos, financeiros ou não, é necessário ter disciplina e comprometimento. Esse artigo te ensina de maneira objetiva como controlar as suas finanças do zero para conquistar os seus objetivos.

Mulher branca de cabelos cacheados #GirlBoss em frente ao computador sorrindo

Nas finanças pessoais, não se cansa de dizer que a melhor pessoa para cuidar do seu dinheiro é você. Você pode não gostar de ouvir isso, mas é muito óbvio.

Se você tem planos futuros de ser bem sucedida financeiramente, é fundamental que comece a aprender como cuidar das suas finanças, afinal, já dizia T. Harv Eker, em seu livro Os Segredos da Mente Milionária:

Ou você controla o seu dinheiro ou ele o controlará.


É fundamental que você entenda de dinheiro o suficiente para controlar a sua vida financeira sozinha e, ao menos de início, assuma a responsabilidade de cuidar do seu dinheiro por conta própria.

Isso lhe trará aprendizados muito valiosos além da questão financeira!

Por isso, o artigo de hoje está bem completo e pretende ajudar você a controlar as suas finanças de vez. Continue lendo.

Como Controlar as Sua Vida Financeira

Principalmente quando nossas finanças estão uma bagunça, acabamos continuando nessa bola de neve por nunca saber por onde começar.

Confira o passo a passo de como controlar a sua vida financeira do zero.

1. Defina seus objetivos e metas financeiras


A melhor forma de começar é projetar onde você quer chegar. Qual é o seu maior objetivo com relação ao dinheiro?

Exemplos:
  • viver sem dívidas;
  • comprar bens;
  • fazer uma viagem;
  • guardar dinheiro para o estudo dos filhos;
  • conquistar sua independência financeira (viver sem precisar da renda do seu trabalho).

Os seus objetivos lhe darão o caminho que deve seguir, pois os seu comportamento deve estar alinhado a isso.

Não só os objetivos "macro", você pode e deve traçar também metas menores, quase cotidianas que, após atingidas, culminarão no seu objetivo.

Por exemplo, se você deseja viver sem dívidas, suas metas podem ser algo do tipo:
  • economizar X por mês;
  • ganhar X a mais mensalmente;
  • quitar X dívida em Y meses.

Nesse formato, cada ação sua será justificada pelo seu propósito, ou seja, cada centavo que você economizar tem a finalidade de você se aproximar cada vez mais da sua meta e do seu objetivo.

Mesmo que você não tenha a intenção de encarar isso como uma meta, ao menos transcreva esses objetivos para um papel ou "notas" no celular para ter mais clareza ao traçar estratégias para chegar ao seu objetivo.


2. Estime a sua renda mensal


Agora que você já sabe onde quer chegar, você deve adaptar os seus padrões de consumo para o cumprimento desses objetivos.

Nesse processo, é importantíssimo saber é a sua renda mensal, seja ela fixa ou variável.

Se sua renda provém de trabalho assalariado com remuneração fixa ou pró-labore, essa estimativa já está feita: é o seu salário líquido, ou seja, o salário que você efetivamente recebe após todos os descontos (INSS, IRRF, plano de saúde, vale transporte e etc.).

Agora, se a sua renda não é garantida mensalmente, como é o caso de profissionais autônomos e donos de pequenas empresas que não conseguem fazer suas retiradas regularmente, você poderá fazer uma estimativa.

Analise as suas vendas e estime uma renda média ou uma retirada mínima que você pode confiar de que não receberá menos do que isso.

Some todo o faturamento dos últimos 12 meses e divida esse faturamento por 12 para encontrar a sua renda média mensal. Se o negócio foi aberto há pouco tempo (menos de 12 meses), faça o cálculo de forma proporcional aos meses de faturamento.

A partir da sua renda, você controlará os seus gastos e a quantia que deverá guardar para atingir os seus objetivos, pois os seus gastos nunca devem exceder a sua renda.


3. Controle os seus gastos e economize


Além de saber quanto você ganha, que é fundamental para balizar o seu orçamento pessoal, uma pessoa que tem controle dos seus gastos dificilmente terá problemas financeiros.

O controle de gastos é extremamente importante para conter os hábitos consumistas, já enraizados no brasileiro que tem extrema dificuldade em guardar dinheiro.

Você consegue imaginar uma forma de ficar rica gastando todo o seu dinheiro?

Imagine só: você ganha R$1.200 e gasta todos os R$1.200. O que você tem de patrimônio? Bens e serviços que estão depreciando (perdendo valor com o uso).

Aí você é promovida [ou aumenta o faturamento do seu negócio] e passa a ganhar R$2.000 e gasta os R$2.000. O que você tem? Novamente, bens e serviços que estão depreciando.

Você recebe uma proposta de emprego com um salário maior ou consegue aumentar ainda mais o faturamento do seu negócio e passa a ganhar R$ 5.000,00 e, além de gastar todos os R$ 5.000, você decide que agora que está ganhando bem é hora de financiar a sua casa própria.

Novamente, o que você tem? Além de bens que estão perdendo valor com o tempo, uma dívida com o financiamento de um bem que também perde valor no tempo!

Percebe onde quero chegar? Você ganha mais dinheiro, mas nunca tem "nada". Você tem apenas bens que em vez de lhe dar mais dinheiro, estão lhe tirando mais.

Os seus bens se multiplicam, mas o seu dinheiro não!

A melhor maneira de contornar essa situação é controlar os seus gastos e sempre gastar menos do que ganha e aplicar o que sobra.


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Comece confrontando os seus gastos com a sua renda e analisar se você está gastando tudo o que ganha ou, pior, se está gastando até mais do que ganha. Anote a sua constatação.

Agora, mesmo que você não tenha um controle financeiro, analise os cupons fiscais que você tem guardado, extratos bancários e as faturas de cartão de crédito para encontrar possíveis gastos desnecessários que você pode eliminar totalmente ou ao menos reduzir.

Sem apego material nesse momento. É necessário sacrificar o conforto presente para ter mais conforto no futuro. Recentemente vi essa frase no Instagram do Thiago Nigro:

Jantar em um restaurante italiano agora ou jantar na Itália depois?

Você não precisa cortar absolutamente todos os seus gastos não essenciais.

Basta negociar com você mesma quais gastos não essenciais você se permitirá manter e quais você irá cortar, como abrir mão da Netflix pelo Spotify se você gosta mais de música, por exemplo.

Uma situação comum é que, atualmente, com tantos streamings de séries e músicas por aí, muita gente tem mantido várias assinaturas desse serviço mas, convenhamos, se o seu dinheiro não está sobrando, você não precisa de mais de um!

Enxugue o seu orçamento sem se apegar muito aos gastos supérfluos e mantenha apenas o que for de máxima importância para você.

Os demais caprichos podem ser usados como recompensa quando você atingir objetivos. Você pode ainda fazer uma lista desses "mimos" e utilizá-los para pedir como presente em datas especiais.

Dessa forma, o seu orçamento deve respeitar a seguinte equação:

RECEITA - INVESTIMENTOS = DESPESAS

Eu sei que sempre aprendemos que devemos guardar/investir o que sobra depois de pagar as contas, mas o certo é fazer o contrário: você pagará as contas com o que sobra depois de guardar o seu dinheiro.

Principalmente se você não é uma pessoa disciplinada, esse é o caminho certo para conseguir guardar dinheiro de vez! Apesar de parecer estranho e arriscado, a verdade é que não é.

Uma vez que você guardou parte do seu dinheiro, você não vai mexer nesse dinheiro que guardou — é como se ele nunca tivesse existido — automaticamente você se programará para fazer o melhor uso possível com o dinheiro que sobrou.

Caso isso não ocorra de maneira instantânea, é o que você deve fazer: usar estrategicamente o seu dinheiro de forma que seja possível cobrir todos os gastos essenciais e dívidas.

A partir de agora (ou do próximo mês, se preferir), comece a controlar efetivamente os seus gastos: registre todo o dinheiro gasto mensalmente em uma planilha do Excel, aplicativo de controle financeiro ou uma planilha física (papel).

Isso é importante para que você não se descontrole financeiramente, gastando mais do que ganha ou se excedendo em gastos supérfluos.

Logo, esteja sempre analisando a forma como você gasta o seu dinheiro e traçando estratégias para gastar melhor e de forma mais consciente.


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Controlar os seus gastos também é importante pois é recorrente recebermos cobranças indevidas no extrato bancário, cartão de crédito e outras situações no dia a dia que normalmente nem nos damos conta e acabamos pagando.

Veja também algumas dicas para economizar:

  • eliminar cobranças bancárias utilizando bancos digitais ou optar pelo pacote de serviços essenciais na conta corrente do seu banco;
  • rever os planos de serviços contratados (internet, plano de celular, Netflix, Spotify, aplicativos e outros?);
  • desapegar de serviços que você paga e não usa, por exemplo: academia, clubes, natação e etc.


4. Crie o hábito de guardar dinheiro


Esse é um hábito recomendado até mesmo às pessoas endividadas e, de certa forma, resume o que disse no tópico acima: não gaste todo o seu dinheiro e, pior ainda, mais do que você ganha

Guardar parte da sua renda é o primeiro passo para criar um dos hábitos financeiros mais promissores no controle das suas finanças.

É aplicando o seu dinheiro, mesmo na poupança, que faz o seu olho brilhar ao ver o montante crescendo na sua conta e faz você quer multiplicar o seu patrimônio cada vez mais.

Se você tem dificuldades para guardar dinheiro, utilize a estratégia de pagar-se primeiro, seguindo a equação que mostramos acima, de guardar parte da sua renda antes de começar a pagar as contas.

Outra dica, caso você tenha dificuldades de manter o dinheiro guardado é seguir o que diz Sophia Amoruso, autora do livro #GirlBoss: trate a sua poupança como uma conta a pagar. Transfira esse dinheiro para uma conta e "esqueça" dele.

Assim como você não pode recuperar o dinheiro que usou para pagar a conta de luz, também não mexa no dinheiro que colocou na sua poupança [exceto se for para colocá-lo em uma aplicação melhor!]

Ressalto que o ideal não é guardar dinheiro todos os meses para deixá-lo na poupança — não pelo resto da sua vida. Mas já é um bom começoTer controle das suas finanças é um processo.

Entretanto, você também não deve se tornar um investidor agressivo logo no primeiro mês, bem pelo contrário.

É perfeitamente ok deixar o seu dinheiro na poupança por algum tempo antes de se sentir segura para investir de fato (pois poupança não é investimento e, atualmente, está com rendimento negativo, ok?).

O importante é criar o hábito de não gastar todo o seu dinheiro e, em seguida, sair da sua zona de conforto.


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5. Ganhar mais


Uma forma de atingir os seus objetivos financeiros ainda mais rápido e equilibrar as suas finanças (principalmente se você está endividada) é fazer renda extra.

Sempre precisamos sacrificar algo para ter o que queremos — até porque trabalhar também é sacrificar um tempo que poderia ser usado para dormir, por exemplo — e ganhar mais também vai te tomar mais tempo, mas não vou falar nada impossível aqui.

OBS.: como esse assunto é um tanto polêmico e as pessoas costumam ver obstáculos, serei um pouco conservadora nas observações.

  • Trabalho assalariado
Existem os meios tradicionais de ganhar mais, como fazer horas extras, mas você também pode usufruir do abono pecuniário, que consiste em abrir mão de 1/3 das suas férias (em dias) e recebê-los em dinheiro.

Uma segunda opção é melhorar o seu currículo e tentar um emprego com salário melhor (existem cursos muito baratos na internet, além de faculdades à distância por um preço baixíssimo) ou tentar mudar o seu salário fixo para uma remuneração por desempenho.

  • Trabalhadores Autônomos
Se você é dona do seu próprio negócio/trabalha por conta própria, você tem mais liberdade para aumentar a sua renda e precisará de um pouco de estratégia e inovação.

Você pode, por exemplo, agregar mais valor nos seus produtos e vendê-los mais caros ou aprender mais sobre marketing e formas de vender mais.

Se o seu produto ou serviço for escalável (você consegue vender mais sem gastar mais dinheiro ou mais tempo), você pode vendê-lo em outras plataformas ou lançar novos produtos e serviços.

Em suma, acho que o primeiro passo pode ser buscar conhecimento sobre como vender, como gerar mais valor para o seu cliente e como tornar o seu negócio mais escalável.

  • Crie um negócio paralelo
Seja você uma trabalhadora assalariada ou empreendedora, você pode criar um negócio que seja mais escalável que a sua fonte de renda atual e de forma paralela.

Alguns exemplos:
Esse blog mesmo é uma fonte de renda extra para mim e, apesar me tomar tempo para desenvolvê-lo e mantê-lo, a expectativa é de depois um tempo eu gaste menos tempo trabalhando nele e ganhe cada vez mais, desde que eu faça um bom trabalho.


Você pode também fazer renda extra em momentos sazonais, como:
  • vender chocolates na páscoa;
  • vender panetones ou "lembrancinhas" no natal;
  • vender "lembrancinhas" no dia dos namorados;
  • vender acessórios no carnaval.


Ou, ainda, algo que te tome mais tempo mas que poderá lhe garantir renda extra periodicamente:
Essa última sugestão é uma dica um pouco incomum mas que pode funcionar, independente se sua área for voltada para pedagogia.

Muitos alunos, mesmo na faculdade, buscam por reforço em algumas matérias e, dependendo do seu grau de instrução, você pode dar aulas em cursos técnicos ou mesmo ser tutora em cursos semipresenciais de graduação.


6. Tenha uma reserva ou fundo de emergência


Imagine que, quando você está quase organizando a sua vida financeira, o seu carro dá um defeito cujo conserto não vai sair barato ou, se for mais aplicável à sua realidade, que seu celular apresentou um problema que não tem conserto e você precisará comprar outro.

Isso certamente afetaria o seu orçamento, não é mesmo?

É para se proteger de esses e outros imprevistos (como demissões, crises como a que estamos vivendo) que você deve ter uma reserva de emergência, que é um dinheiro separado para uso apenas em momentos de necessidade inesperada e imprevistos.
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Esse dinheiro, mesmo que aplicado, deve estar sempre prontamente à sua disposição, o que significa que: dinheiro emprestado com parentes ou investido em ações, por exemplo, não pode ser considerado uma reserva de emergência pois você não pode contar com eles.

  • de quanto (R$) precisa ser a sua reserva de emergência;
  • como formar uma;
  • onde aplicar e outras dicas.

7. Aprenda a investir o seu dinheiro


Controlar as suas finanças é um processo. Quanto antes você se tornar uma expert nas suas finanças, melhor.

Mas tudo bem se você precisar de um tempo para se sentir segura, desde que isso não seja apenas por comodismo.

Contudo, quando confrontada com a inflação a poupança oferece um rendimento negativo atualmente, dada que a taxa de juros da economia brasileira está na mínima histórica de 2,25% ao ano.

Apesar de talvez parecer um pouco complexo no início, é importante compreender um pouco mais sobre taxas de juros e investimentos, pois o dinheiro tem valor no tempo.

Isso significa que é ótimo você ter o hábito de guardar dinheiro, mas que deixá-lo parado ou em uma aplicação de baixíssimo rendimento não é favorável à multiplicação do seu patrimônio.

Aprender sobre investimentos é também aprender a fazer o dinheiro trabalhar para você, ou seja, fazer o seu dinheiro (sozinho) fazer mais dinheiro.

No artigo em que expliquei porque poupança não é investimento eu inseri também algumas aplicações que podem substituir a poupança e você pode saber mais clicando aqui.

Aqui no blog já tem um guia completo de como começar a investir mas eu não recomendo que você comece se não estiver pronta.

Se necessário, dê um passo de cada vez: primeiro comece a economizar e guardar dinheiro, aplique-o onde se sentir confortável (mesmo que seja na poupança), esteja constantemente buscando conhecimento e, quando se sentir pronta, escolha investimentos mais rentáveis.


8. Separe consumo de felicidade


Já foi constatado (e no fundo nós mesmas sabemos) que o consumismo é escape para um problema, normalmente psicológico.

O consumo impulsivo e desnecessário pode ser um escape para uma sensação de "vazio", para conquistar um status, provar algo para alguém, enfim... Sempre tem algo por trás do consumismo.

Dessa forma, você deve começar imediatamente a separar consumo de felicidade por meio da educação financeira e de um exame de consciência.

Pense bem na última vez que você gastou um dinheiro que não poderia para satisfazer um sentimento e não uma necessidade.

A alegria advinda do consumismo é temporária e, ainda pior, faz você se sentir mal depois e se comprometer financeiramente. Agora, gastar um dinheiro que você pode gastar com algo que você quer ou precisa é muito melhor! 

O sentimento de orgulho e gratidão é muito mais duradouro e genuíno, além de não fazer com que você se sinta com a consciência pesada depois.

Um outro insight é que é melhor ser do que ter. Ou seja, é melhor ser rica do que apenas parecer.

Não tem problema nem sempre conseguir acompanhar os mesmos hábitos de consumo que os seus amigos ou não ter tantos bens quanto outras pessoas. Olhe para si mesma. Certamente você já tem mais do que muita gente.

Trabalhar duro agora e construir o seu "pequeno império" é melhor do que trabalhar duro para atender aos seus caprichos (ou a expectativa dos outros) e não construir nada para o seu futuro.


9. Faça um planejamento


Planejar é essencial para manter as suas finanças sob controle.

Se você já gasta bem o seu dinheiro, economiza, guarda dinheiro para os seus objetivos, tem uma reserva de emergência, o que mais pode dar errado?

Para que tudo esteja alinhado com os seus objetivos financeiros e de vida, planeje a sua prosperidade para sair da sua zona de conforto e se recompensar pela sua disciplina.

É preciso sacrificar muitos caprichos para atingir os seus objetivos, mas, se você conseguir controlar as suas finanças, conseguirá equilibrar os seus desejos de forma paralela à conquista dos seus objetivos.

Dessa forma, planeje os seus compromissos e desejos para os próximos meses ou anos, como:
  • uma viagem de negócios ou para se qualificar profissionalmente;
  • compra de algum bem de maior valor, como carro ou casa;
  • viagem a passeio;
  • gastos de saúde ou planejamento familiar (como cirurgias, filhos, estudos e etc.).

Se possível, se prepare também para despesas fixas anuais que costumam descontrolar o orçamento de algumas famílias por chegarem logo no início do ano, após as festas de fim de ano, como o IPVA e IPTU.

Uma dica é também não se esquecer de ocasiões festivas que podem demandar mais gastos, como: aniversário de parentes e amigos próximos, natal, ano novo, carnaval e outras datas que você costume comemorar.

Assim, você consegue manter o seu orçamento sempre sob controle e evita ser pega de surpresa com algum gasto que não é rotineiro [mas que também não é uma emergência].


10. Tenha consistência


Assim como tudo o que desejamos conquistar em nossa vida, manter o controle da sua vida financeira requer consistência nas suas atitudes e mentalidade.

Mantenha-se focada nos seus objetivos e lembre-se constantemente do motivo pelo qual está fazendo isso.

É normal fugir do orçamento às vezes e você não deve se punir por isso, mas não volte para a sua zona de conforto.

Não deixe as coisas saírem do seu controle sempre ou você voltará para a estaca zero.

Mantenha-se firme no seu controle financeiro, sempre monitorando os seus gastos e as suas entradas, identificando erros que precisam ser consertados e reconhecendo a sua evolução, além de sempre buscar mais conhecimento sobre finanças.

Lembre-se de que aprender a cuidar do seu dinheiro é um apenas o início.

A mentalidade de aproveitar o presente consciente da necessidade de construir um futuro melhor para você e sua família te proporcionará muitos outros conhecimentos e lhe fará adquirir muitas habilidades das quais você pensava nem precisar.

Aproveite essa mudança para promover outras transformações na sua vida. Comprometa-se com as suas finanças e leve esse comprometimento para as outras áreas da usa vida também!


+ Aproveite par salvar esse check-list e não se esquecer das dicas!

Check-list para ter uma vida financeira saudável



Considerações Finais

Organizar a sua vida financeira é um processo que demanda comprometimento e sacrifícios mas, apesar de parecer um martírio para algumas pessoas, rapidamente esses processos se tornam hábitos e, a depender da sua disciplina, pode não demorar mais de 6 meses para se tornar um estilo de vida.

De certa forma, esse artigo é uma junção dos vários artigos publicados aqui no blog e tem como principal objetivo te ajudar a controlar as suas finanças para atingir os seus objetivos, e não para torná-la uma "mão de vaca" ou gananciosa.

A verdade é que o aprendizado sobre dinheiro te leva a muitos outros conhecimentos, como disciplina, inteligência emocional, planejamento, organização e mais!

Tudo depende do quanto você vai querer ir além para atingir as suas metas.

Foi o conhecimento sobre finanças que trouxe até aqui: me fez querer criar um blog para ajudar pessoas a se educarem financeiramente de forma gratuita e, indo além, planejo melhorar cada vez mais e transformá-lo em um negócio.

Buscar conhecimento sobre o dinheiro me ensinou muito mais do que eu poderia me imaginar e, ainda assim, sei que é apenas o começo do aprendizado.

Eu espero muito que esse artigo tenha ajudado você. Me conta nos comentários se você já é uma #GirBoss das suas finanças ou se esse artigo vai te ajudar a se tornar uma!


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